quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Lágrimas de sofrimento




Tão solitária, a bela dama dos cabelos negros, da pele pálida...

Como se não houvesse mais escolhas, ela resolve se recolher...

Para dentro do seu túmulo... Seu túmulo sangrento...

Deita, silenciosamente, na noite sombria de sexta-feira. 

Seu lugar de infinito descanso, seu dia de ritual...

Apregoando, que quer ficar só...

Vagarosamente levanta-se, arrasta-se para o túmulo do mestre...

É o mestre, que compila suas lágrimas. Que não deixa só.                                                         

(Thaay)